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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

A cabeça de Robespierre, ou quase

Eis o homem...
Crédito Visualforensic/ Philippe Froesch/ BATBAT
O chefe do Terror parecia cansado antes de ir para a guilhotina
O patologista Philippe Charlier e o especialista em reconstrução facial forense em 3D, Philippe Froesch, produziram uma nova e muito impressionante cabeça de Maximilien Robespierre, o Incorruptível.
A reconstrução foi feita a partir de um molde de gesso feito em 1794, pouco antes de o revolucionário ser guilhotinado. Essa mascara se encontra sob a guarda do Museu Nacional de História Natural da França.
A peça é detalhista. Já se sabia que Robespierre tinha o rosto coberto por marcas de varíola. Philippe Charlier contou pelo menos cem delas, além de outras lesões clínicas que ainda estão sendo investigadas. A promessa é que o resultado do trabalho seja publicado no próximo número da revista médica The Lancet, ainda este ano.
São visíveis também as bolsas sob os olhos, revelando um certo ar de cansaço.
A reconstrução facial forense é o processo de recriar a face humana a partir de seus restos mortais. A técnica funde arte, ciência forense, antropologia, osteologia e anatomia. Os resultados têm sido notáveis graças à novas tecnologias de scaneamento, renderização computadorizada e impressão em 3D.
Além de Robespierre, os dois especialistas também produziram uma bela cabeça de Henrique IV.
Com informações de Sciences et Avenir.
Conheça o trabalho de Philippe Froesch no site Visualforensic.

sábado, 2 de novembro de 2013

Quem curte samba também vai de sertanejo

Cerca de 73% da população escuta rádio com frequência. Maioria é das classes B e C.
O IBOPE Media realizou importante levantamento sobre preferências musicais entre os ouvintes de rádio no país. Trata-se da pesquisa Tribos Musicais.
Os dados apontam que 73%  da população das principais capitais e regiões metropolitanas brasileiras escutam rádio com frequência. Entre os ouvintes, 58% escutam sertanejo e 44% ouvem samba e pagode.
A classe social e a idade têm forte influência entre as preferências. A maioria dos ouvintes de sertanejo e samba/pagode é da classe C e tem entre 25 e 34 anos. Além disso, 81% dos que ouvem samba/pagode também escutam sertanejo. Já entre os ouvintes de sertanejo, 61% apreciam samba.
Com relação aos hábitos de lazer, as preferências entre os dois grupos também apresentam semelhanças: 39% dos ouvintes de samba e pagode participam de churrascos com frequência, percentual que entre os sertanejos é de 37%.
O estudo foi realizado nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Brasília e nos interiores de São Paulo e das regiões sul e sudeste, entre julho de 2011 e agosto de 2012. Foram realizadas 20.736 entrevistas com pessoas de ambos os sexos das classes AB, C e DE, com idades entre 12 e 75 anos, e que ouviram rádio nos sete dias anteriores à entrevista. A representatividade é de 49% da população brasileira entre 12 e 75 anos ou 71 milhões de pessoas.
Acesse a integra da pesquisa Tribos Musicais, do Ibope Media.


quinta-feira, 20 de junho de 2013

O grafismo moderno de Olly Moss

Sou apaixonado pela arte gráfica e cheguei, tempos idos, a trabalhar na área, produzindo cartazes, cartilhas e outros.
Mesmo fora desse mercado, continuo acompanhando o que há de bom e novidadeiro.
Foi numa dessas monitorias que me deparei com Olly Moss, um talento de apenas 26 anos. Moss é inglês, designer gráfico e ilustrador, que usa e abusa das cores e dos efeitos para produzir resultados de uma beleza plástica invejável, como mostram algumas das peças que reproduzo abaixo. Outra marca do rapaz é o senso de humor. No resumo, uma linguagem e atraente.
Moss é uma revelação da recente industria do cinema, e cada vez mais requisitado para a produção de cartazes de filmes. Entre outros, fez cartazes para uma nova edição da trilogia Guerra nas Estrelas; Batman, o Cavaleiro das Trevas e para a última adaptação musicada de Os miseráveis, de Victor Hugo.
Também vem atuando na produção de caixas para jogos eletrônicos.
Acesse o site de Olly Moss.
Cartaz para Batman, O Cavaleiro das Trevas
Cartaz para o musical Os Miseráveis
Porcelana com fundo inspirado em vídeo games
 
Outra leitura do Aranha
Um Pokemon

sexta-feira, 7 de junho de 2013

O bizarro hiper-realismo de Sam Jinks

Um artista que usa a exatidão para manipular a realidade
A pose é clássica. Mas, nesta
Pietá, é Maria que é amparada por, digamos, Jesus.

Escultura de Sam Jinks.
Foto: Divulgação
O trabalho desse australiano é de uma sensibilidade assustadora. Jinks usa silicone, pintura e cabelo humano para criar esculturas perfeitas em detalhes e transmitir uma sensação torturante. Ou torturada seria nossa existência?
A verossimilhança flerta com o absurdo.
Um homem maduro e nu, por exemplo, é apresentado em proporções infantis. Um bebê tem o aspecto enrugado de um velho.
O resultado é perturbador, como convém.
Vale olhar. Acrescenta.
Acesse o site do artista Sam Jinks.